quinta-feira, 10 de outubro de 2013

FORD MUSTANG 1965 INSPIRA A CRIAÇÃO DE MESA DE BILHAR NOS ESTADOS UNIDOS

    O Ford Mustang é um clássico da indústria e sonho de consumo de milhares de fãs em todo o mundo, e aqueles que não se satisfazem em ter o carro na garagem agora podem levá-lo para dentro de casa: o Ford Mustang 1965 serviu de inspiração para a criação de uma mesa de bilhar, lançada pela Ford nos Estados Unidos em parceria com a empresa Car Pool Tables.
    Licenciada oficialmente pela Ford e fabricada na cidade de Largo, na Flórida, a mesa de bilhar inspirada no Mustang é o item ideal para os fãs do modelo, que em 2014 completa 50 anos de história.
    Com 3 metros de comprimento, a mesa é menor que o Mustang 1965, mas muito parecida com o modelo original. A sua estrutura, em fibra de vidro, foi criada com base no modelo original, o que garante uma impressionante precisão de detalhes. Como molde, foi usado um Mustang 1965 encontrado em um ferro-velho.
     "Nós tivemos de cortar, reduzir e soldar o carro para fazer os moldes das peças", diz Tony Utegaard, fundador da Car Pool Tables. "Nós imortalizamos o Mustang original para que os fãs possam desfrutar do seu carro preferido também em casa."
     Os painéis da carroceria são pintados com perfeição e estão disponíveis em todas as cores oferecidas no Mustang original de 1965, sendo a opção vermelho Rangoon a mais popular. A tinta recebe verniz automotivo para maior durabilidade, polida e lustrada a mão. O acabamento inclui a aplicação de para-choques, faróis que funcionam normalmente, o famoso emblema do pônei, rodas de liga leve e pneus de verdade.
    "Costumamos brincar em nossa loja que um dia as pessoas vão desmontar nossas mesas de bilhar por causa das peças", diz Utegaard.
     A base da mesa é feita de madeira sólida e a superfície de pedra ardósia brasileira, com acabamento profissional.
Mais informações estão disponíveis no site de merchandising da Ford no EUA  www.merchandise.ford.com//product/1965-ford-mustang-pool-table?cid=100397








Por: Emanuella Minari

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