terça-feira, 12 de novembro de 2013

Suvinil lança Spray Alta Temperatura para restaurar objetos desgastados pelo calor


   Alguns objetos de metal, como fogões, churrasqueiras, coifas e lareiras, passam boa parte do tempo expostos a temperaturas muito altas. Com o tempo, essas superfícies ficam descascadas, sem brilho e com uma aparência desgastada. Para ajudar o consumidor a dar uma cara nova a esses objetos de forma rápida e barata, a Suvinil, marca de tintas imobiliárias da BASF e líder no segmento Premium, acaba de lançar o Suvinil Alta Temperatura. 
    O produto resiste a temperaturas de até 600°C e cobre superfícies metálicas como aço, cobre, alumínio, latão e ferro. Além disso, apresenta alta aderência, excelente nivelamento e está disponível nas cores Preto e Alumínio. 
    “Líder do segmento, a Suvinil tem a inovação como um de seus principais pilares e desenvolve cada vez mais produtos funcionais, que colaboram com o dia a dia dos consumidores. O Spray Alta Temperatura permite a renovação dos objetos e colabora para manter a casa do consumidor com a aparência sempre nova e bonita”, comenta Karina Monaco, Gerente de Produto da Suvinil. 

Como aplicar? 
    Antes de mais nada é preciso preparar a superfície e os arredores: forrar a área onde o objeto será pintado, retirar os botões removíveis e passar uma fita nos detalhes para não correr o risco de manchar. Depois disso, será necessário limpar a superfície com um produto desengordurante para garantir a aderência da tinta. 
   Para retirar o brilho da pintura atual e facilitar a aderência do produto, a próxima etapa é lixar a área que será pintada com uma lixa de granulação 400, seguida por uma de 600. Depois disso será preciso passar um aspirador de pó e limpar a superfície com álcool para remover todos os resíduos.
   
Com a superfície preparada, o próximo passo é a aplicação de duas a três demãos do Spray Alta Temperatura de maneira uniforme. Em seguida, basta esperar o tempo de secagem: meia hora para o toque e um dia para ficar completamente seco. 

Por: Emanuella Minari

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