quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Design Brasileiro nas Premiações Nacionais


Novembro e Dezembro foi marcado pelas três principais premiações do Design brasileiro, o Premio Design do MCB ( Museu da Casa Brasileira) e o Circuito Design Ok em São Paulo e Rio + Design no Rio de Janeiro.  Veja abaixo as peças premiadas que se destacaram pelo uso de materiais alternativos e a viabilidade de produção.

O Premio Design  MCB é mais voltado ao design industrial na sua concepção mais clássica, passando por equipamentos industriais aos utensílios domésticos.
Luminaria urbana Electra do Designer Alfredo Farné , linhas discretas enfatizam a praticidade e o processo de fabricação que apesar de sua elegância,não interfere no meio no qual é instalada.


Cadeado Node, do designer Alessandro Vassalo, Juliana Calila e Luz Romero, reintroduz com funcionalidade renovada um produto utilitário essencial que praticamente desapareceu do mundo atual.
O Cicuito Ok na sua 4ª edição estava mais voltado para o design autoral , onde estúdios de design  produzem e lidam diretamente com os lojistas, tentando tornar seus produtos mais acessíveis.

A estante divisória Facetas , da M ao Quadrado de José Marton, tem uso e desenho atraente com um custo de produção vantajoso.
Pedro Useche mistura de materiais da cadeira e do banco para criar uma identidade própria aliada a combinação de formas simples e diferentes num método eficiente sofisticar o produto e evitar a cópia.





O Rio+Design é uma premiação promovida pelo governo do estado que em 2012 teve como tema, o projeto Experimenta, onde 30 designers produziram protótipos com materiais alternativos que surpreenderam não só pela qualidade, mas por que muitos desses produtos já estarem prontos para venda.
Teca , Resina e Hastes Metálicas foram os materiais usados por Celso Santos para produzir a linha Giros de mesas e bancos com 3 formas variantes para a mesma estrutura.
Luminárias Dobra e Lagartume de Bruno Trindade, são feitas com FSA, um tipo de folha de látex de seringueira pigmentada por um grupo de artesãos do Pará. A transparência e a elasticidade são o destaque dessas peças.

Lattoog utilizou galhos de macieira aplicado em tecido para revestir o Pufe Lattog e criar uma nova dinâmica formal para o material normalmente restrito a painéis rígidos. Esse pufe é composto por uma estrutura de pneus reutilizados, base de laminado de bambu , espuma de fibra de coco e tecido de garrafa pet reciclada.

Fonte: Projeto Design
Por: Emanuella Minari Ferreira

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Iluminação para Ambientes Internos



A arquiteta Denise Barretto – profissional que atua há mais de 20 anos na área em projetos residenciais, corporativos e comerciais dentro de uma linha original e contemporânea –, apresenta diferentes maneiras de iluminar ambientes internos durante a 4ª edição da mostra Artefacto Beach & Country, com exposição do projeto Family Room de Campo. A mostra teve início em novembro desse ano, e possui duração aproximada de 11 meses.

O Family Room de Campo conta, além de abajures da própria Artefacto, que criam um efeito relaxante de luz indireta, com luminárias embutidas no forro de gesso e pendentes bossa. Este último, ganhador de importantes prêmios do mundo, como o IF Gold Awards e o Red dor Best of the Best, e assinado pelo designer Fernando Prado, conhecido por desenvolver peças que proporcionam interação com o usuário.



As luminárias embutidas no forro de modelo NO FRAME, da Lumini, foram a solução para o alcance de um acabamento limpo, sem elementos sobrepostos, pois a principal característica desses produtos é a fixação sem moldura. “Desta forma, a fonte de luz ficou oculta, e vemos somente a claridade nascendo do forro.” destaca a arquiteta.
Denise Barretto recomenda a utilização de luz embutida sempre que houver forro em gesso, ou outro material que permita corte, afastado da laje, e com a finalidade de criar um efeito de iluminação de cima para baixo.

Os pendentes bossa, em formato mini, também da Lumini, são luminárias que permitem obter fachos de luz em direções diferentes, tanto para cima quanto para baixo, indicadas para ambientes em que há necessidade de iluminação alternada, além da possibilidade de equilibrar a abertura para os dois cursos e obter um resultado difuso. A arquiteta optou por esse produto com o intuito de criar um interesse visual forte na região de instalação, e equilibrar a luz entre as duas laterais do sofá, pois a outra já é iluminada por um dos abajures da Artefacto.

Denise ressalta que a temperatura da luz defini sua cor, e interfere definitivamente no clima do espaço. Para um ambiente mais quente e aconchegante, o mais recomendado é uma iluminação amarelada, ou seja, de temperatura mais baixa – opção da arquiteta para o Family Room de Campo, com lâmpadas de 3000k, que aliado ao revestimento utilizado nas paredes e no forro, obteve um resultado extremamente confortável. 


Outra dica importante é elaborar o projeto de iluminação junto com o layout do ambiente, pois estão intimamente ligados. 

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